Segundo o Corpo de Bombeiros, a fumaça começou após um problema no banco de baterias de nobreaks. Ninguém ficou ferido.
O setor de emergência do Hospital Governador Celso Ramos, que fica no Centro de Florianópolis, está interditado até as 10h, desta terça-feira (24), após um princípio de um incêndio na unidade durante a madrugada. A ocorrência foi registrada pelo Corpo de Bombeiros às 3h22 e ninguém ficou ferido.
A corporação informou que foi acionada, por causa de um forte cheiro de queimado e fumaça, que foram identificados saindo de um ar-condicionado.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o incêndio foi registrado no banco de baterias de um nobreak (dispositivos responsáveis por estabilizar a corrente de energia elétrica), em uma sala próxima a central de ventilação, que joga o ar para os dutos do hospital.
Foram enviados ao local três caminhões, um tanque de água e uma viatura. O trabalho de combate foi feito com extintores.
Quando os bombeiros chegaram, o local já estava sendo evacuado. Os pacientes foram retirados da emergência e de alguns quartos durante a madrugada. Eles foram levados inicialmente para a rua. Após o combate, os foram remanejados para outras alas da unidade. A situação foi contornada por volta das 4h45.
O Corpo de Bombeiros informou que por conta do calor excessivo, aparelhos de ar condicionado e outros equipamentos elétricos deixaram de funcionar e alguns também derreteram.
A perícia do Corpo de Bombeiros Militar está trabalhando no local, para descobrir as causas do incêndio.
Em nota, assinada pelo diretor-geral Fernando Oto dos Santos, a unidade de saúde informou que a emergência deverá ficar interditada para “desinfecção terminal”.
“Envidaremos esforços para concluir antes dessa previsão. Informamos que não houve dano para nenhum paciente em atendimento”, disse.
Hospital Celso Ramos
A unidade de 22.000 m² foi inaugurada em 1966. Conta com internação, emergência externa (24h), unidade de terapia intensiva (UTI), centro cirúrgico, ambulatório de especialidades, serviços de diagnóstico por imagem, serviços de apoio à diagnose terapia e a colaboração de mais de 900 funcionários e um corpo clínico de 317 membros
Fonte: G1